As pedras preciosas mais resistentes

Há mais de 5.000 anos, no Antigo Egito, os faraós empregavam milhares de escravos para explorar as primeiras minas comerciais de gemas. 


Até hoje as gemas são muito procuraras pro sua resistência e beleza e, embora alguns materiais comuns, como o sal-gema, também provenham de cristais, as gemas de alta qualidade continuam a ser usadas como gemas no mundo inteiro.

Dureza dos minerais


Característica mineral inerente e facilmente identificável, medida, usando-se a resistência ao método de arranha conhecido como "Escala de Mohs", criada por Friedrich Mohs (1773-1839).



Mohs organizou dez minerais por ordem de dureza, sendo o 1 o mais mole e o 10 o mais duro. Cada mineral é arranhado pelo que o segue na escala; 1 e 2 são "moles"; 3 a 6 tem "dureza mediana"; 6 a 8 são denominados "duros"; e 8 a 10 tem a dureza das "pedras preciosas".



Começaremos mostrando nesta postagem as gemas mais resistentes, começando pela mais dura, na escala de 10 até a 8,5, vamos descobrir:

Diamante


diamante


O valor do diamante como gema baseia-se em sua cor, pureza, corte e quilate (peso). Apenas 20% dos diamantes prestam-se para lapidagem, o resto é suado na indústria como abrasivo para furar e esmerilhar.



As principais características do diamante são sua dureza e fulgor, que nenhum outro cristal iguala.

Escala de Mohs: 10.
Gravidade específica: 3,47-3,55.
Sistema cristalográfico: Isométrico.
Cor: incolor, tons amarelados, azulados, marrom-esverdeados, avermelhados.
Ocorrência: África do Sul.

Rubi


rubi

Os cristais de má qualidade são fragmentados e e usados para polimento e corte. Ocorrem em calcários dolomitas transformados em rochas marmóreas. A maioria dos rubis é extraída de depósitos de aluvião.



A cor muitas vezes é desigual, e seu brilho é delicado e sedoso por causa da inclusão de cristais minúsculos de rutílio.

Escala de Mohs: 9.
Gravidade específica: 3,97 - 4,05.
Sistema cristalográfico: Hexagonal.
Cor: tons de vermelho.
Ocorrência: Brimânia, Tailândia, Afeganistão, Austrália, Brasil, Camboja, Índia e EUA.

Safira


safira

As cores da safira provêm do ferro, e são formadas como cristais no mármore, no basalto e no pegmatito.



A origem determina a cor da pedra: as pedras australianas são de um azul profundo; as do Sri Lanka, azul e as de Cachemira, azul-leitoso esbranquiçado.

Escala de Mohs: 9
Gravidade específica: 3,99 - 4,00.
Sistema cristalográfico: Hexagonal.
Cor: preto, púrpura, violeta, tons de azul, verde, amarelo, cor de laranja.
Ocorrência: Cachemira, Austrália, Brasil, Birmânia, Camboja, Quênia.

Crisoberilo


Crisoberilo
Fonte da imagem: patrickvoillot.com

Crisoberilo verde, alexandrita e olho-de-gato cor de mel são gemas muito aparecidas. A alexandrita é característica, sendo verde à luz natural e vermelha à luz artificial.



Tendem a ser sensíveis ao álcali e podem mudar de cor quando aquecidos.

Escala de Mohs: 8,5.
Gravidade especifica: 3,7 - 3,72.
Sistema cristalográfico: Ortorrômbico.
Cor: verde, amarelo, cinza, marrom, incolor.
Ocorrência: Brasil, Birmânia, Madagáscar, Noruega, Sri Lanka, Tanzânia, Rússia e EUA.

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